28/11/2011

Medo: é aí que mora o perigo!

O título é uma afirmação, mas até que ponto podemos afirmar que o medo é bom ou ruim?
Tudo depende do ponto de vista de cada um e do tipo de medo. Tenho pensado em todas as coisas que deixei de fazer por medo, quais delas foram um tiro certo e quais não.
Acho que a gente não nasce com o medo e sim o adquire com o tempo, porque sentimos tanta falta da infância? Creio que a resposta, além de tudo, é porque não tínhamos medo de nada! (a não ser do escuro, rsrs)
Lembro do meu medo do escuro, quando decidi encará-lo, tinha 6 anos de idade e a maneira que encontrei foi me trancar no meu quarto com as luzes totalmente apagadas e ficar ali até quando conseguisse aguentar. Foi então que perdi o medo do escuro. 
Mas o que a gente faz pra encarar o medo de ser adulto e ter todas essas responsabilidades? O que fazer quando se trata do medo em relação aos sentimentos? Aí a história muda, nunca é simples, nunca ta bom. 
Queria ter a resposta pra estas perguntas, mas só o que consigo são mais e mais perguntas. Não seríamos pessoas se não sentíssemos medo, creio eu, mas equilibrar o que sentimos é uma tarefa árdua, tudo que requer equilíbrio é difícil.
Chego a conclusão que o humano é um poço de medo e receio, pois foi se moldando a partir de coisas que deram errado, a partir de sofrimentos, a partir de laços desfeitos e por milhares de outras razões, que por um lado ter medo é bom, você não vai ''se atirar em qualquer poço'' antes de ter certeza do que tem la dentro, pelo outro lado é ruim, porque você nunca vai ter certeza absoluta do que vai ter no poço.
A questão nem é ser ou não ser...acho que ta mais pra arriscar ou não arriscar?

Eis a questão...

G.P.M

20/11/2011

"Começa, e vai, se envolve, e sonha, e cai,
e chora, e sofre (e como), não para,
vai em frente, acredita, não recua, representa,
e dança, e pula, se diverte, desaba, que agonia,
não desiste, se levanta, recomeça,
olha o riso, se aventura, não adianta,
se entristece, se arrepia, se emociona,
e, de repente,
sem aviso,
é o fim,
e acaba tudo.
(...)
Nunca mais vou me apaixonar na vida.
Mas posso mudar de idéia." 


[Adriana Falcão]

- Seria isso, então? Você só consegue dar quando não é solicitado, e quando pedem algo você foge em desespero. Como se tivesse medo de ficar mais pobre, medo de que se alcance seu centro e nesse centro exista alguma coisa que você não quer mostrar nem dar ou dividir. Contido, dissimulado, você esconde essa coisa, será assim?
[Caio F. Abreu -  Inventário do Ir- remediável]
"Há um motivo para dizer que eu seria feliz sozinha. Não foi porque eu pensei que seria mais feliz sozinha. Foi porque eu pensei que se eu amasse alguém... E depois acabasse... Talvez eu não conseguisse sobreviver. É mais fácil ficar sozinho. Porque e se você descobrir que precisa de amor? E depois você não o tem. E se você gostar? E depender dele? E se você modelar sua vida em torno dele? E então... Ele acaba! Você consegue sobreviver a essa dor? Perder um amor é como perder um órgão. É como morrer... A única diferença é... A morte termina. Isso... Pode continuar para sempre!"


[Grey's Anatomy - 7ª temporada - Season Finale]
"Bipolar é pouco pra mim.
Sou multipolar."

(Fabrício Carpinejar)
"Se tenho de ser fiel a alguém ou a alguma coisa, em primeiro lugar tenho de ser fiel a mim mesma. A pouca experiência de vida que tenho ensinou-me que ninguém é dono de nada, e isso vai dos bens materiais aos bens espirituais. Quem já perdeu alguma coisa que tinha como garantida (algo que já me aconteceu tantas vezes), acaba por aprender que nada lhe pertence. E se nada me pertence, não preciso gastar o meu tempo cuidando das coisas que não são minhas; é melhor viver como se hoje fosse o primeiro ou o último dia da minha vida."

(Paulo Coelho)
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: Passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: Ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir!

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!